Comecei do zero.
Vem construir comigo.
Eu sou a Luna, tenho 25 anos e passei a vida assistindo streamer dos outros. Esse ano eu criei coragem, liguei a câmera e comecei a jogar Minecraft ao vivo. Não tenho patrocínio, não tenho equipe e não tenho número. Tenho vontade — e uma primeira turma de gente que decidiu chegar cedo.

Cearense, teimosa e viciada em bloco quadrado.
Nasci e cresci em Fortaleza. O Minecraft entrou na minha vida do jeito que entra na de muita gente: um amigo mostrou, eu falei "isso é jogo de criança" e passei a madrugada seguinte cavando atrás de diamante.
Streamar era um sonho que eu adiava com desculpa boa — "não tenho setup", "ninguém vai assistir", "eu não sou engraçada". Até entender que todo canal grande já teve uma live com três espectadores, e dois eram parentes. A minha teve dois. Comecei mesmo assim.
"Eu não quero ser a maior streamer do Brasil. Quero ser a streamer que você lembra de ter visto começar."
Minecraft: o jogo mais vendido da história e o meu quintal.
Lançado em 2011 pela Mojang, o Minecraft é um sandbox onde o mundo inteiro é feito de blocos que você pode quebrar, coletar e reconstruir. Não existe fase, não existe roteiro obrigatório e não existe um jeito certo de jogar. É exatamente por isso que ele nunca envelhece — e por isso que dá uma live diferente todo dia.
Survival do zero
Soco em árvore, primeira casinha feia, primeira morte burra. A série principal do canal, sem atalho e sem creative.
Hardcore
Uma vida só. Morreu, acabou o mundo. É onde a live fica em silêncio e o chat começa a gritar junto comigo.
Builds gigantes
Projetos longos construídos ao vivo, bloco por bloco, com o chat opinando na cor do telhado. Spoiler: o chat sempre erra.
Redstone e fazendas
Automatizar tudo que der. Fazenda de ferro, granja de mob e portas automáticas que às vezes explodem.
Minigames com a galera
Bed Wars, Sky Wars e servidores públicos nas sextas. Aqui é onde eu perco feio e vocês riem de mim.
Papo furado
Enquanto a picareta bate, a gente conversa. Metade da live é o jogo, a outra metade é a treta do chat.
Onde me achar durante a semana
Horário de Brasília. Quando muda alguma coisa, eu aviso antes nas redes.
Bastidores
Sem produção e sem estúdio. É o quarto, a luz que dá e a vontade de fazer.


Falta pouco pro primeiro objetivo.
Meu alvo desse semestre é chegar em 1.000 seguidores. Não é vaidade: é o número que destrava as ferramentas de canal, libera as inscrições e me deixa levar a stream a sério em vez de tratar como hobby. Um clique seu move essa barra.
Chegar cedo tem vantagem.
Eu leio o seu nome
Com pouca gente na live, eu respondo todo mundo. Você não é uma linha que passou voando no chat.
Você decide comigo
Próxima série, próximo mundo, próxima build. Quem está aqui desde o começo vota em tudo.
Ver o começo de perto
Daqui a um ano essa página vai parecer antiga. Você vai poder dizer que estava aqui.
Me segue nas plataformas
Live nas plataformas de stream, corte no YouTube e TikTok, bastidor no Instagram.
Todo mundo começa com zero.
Eu já dei o passo difícil, que foi ligar a câmera. O resto é bloco sobre bloco. Aparece na próxima live — eu vou saber que você chegou.